terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Tempo de aprender

O Tempo de aprender





Até os 5 anos, as crianças vivem o momento propício para treinar várias habilidades

É o que alguns neurologistas chamam de janela de oportunidades, um período em que absorvem certos conhecimentos com mais facilidade. Com base nisso, pode-se dizer que existe uma fase mais apropriada para estimular os pequenos a se interessar por diferentes atividades, como música, línguas e esportes.

Música: as crianças estão aptas a explorar o universo dos ritmos e melodias a partir do terceiro ano. Nessa fase, elas são capazes de relacionar notas e sons e distinguir os diferentes instrumentos musicais.

Línguas: no primeiro ano de vida, os pequenos já começam a distinguir os sons de sua própria língua e de outras. Mas é só a partir dos quatro anos que o cérebro está completamente preparado para aprender um segundo idioma.

Esportes: ao completar cinco anos, meninos e meninas já passaram por todas as etapas do desenvolvimento motor (andar, sentar, correr, pular) e podem iniciar atividades de coordenação fina, que exigem treino e aprendizado, como a natação e os jogos com bola.
Fonte: bebe.com.br

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Passo a passo para tirar as crianças da fralda


Passo a passo para tirar as crianças da fralda 




1ª Semana

Leve o pequeno ao banheiro a cada duas horas para fazer xixi. No caso de cocô, respeite os horários de costume. Espere sempre ao lado dele, sem apressá-lo, até que finalize a tarefa. Limpe-o e vista a cueca ou calcinha.

Dica: cante parabéns e festeje as primeiras vezes do xixi e cocô no peniquinho.

2ª Semana

Continue levando a criança para fazer xixi e cocô, mas deixe-a sozinha no banheiro. Peça que chame quando tiver terminado.

Dica: recaídas são esperadas. Jamais dê bronca. Em vez disso, diga coisas como: “Você fez xixi na calça, mas não tem problema. Dá próxima vez conseguirá chegar a tempo ao banheiro”.

3ª Semana

Deixe a decisão de ir ao banheiro por conta da criança, mas pergunte se não está com vontade pelo menos umas quatro vezes ao dia. Dica: quem limpa o pequeno são os pais, mas mostre para ela como se faz. Nunca se esqueça de apertar a descarga e lavar as mãos (as suas e as da criança) depois de usar o banheiro.

4ª Semana Agora não pergunte nem ofereça. Deixe que a criança vá ao banheiro por conta própria.

Dica: compre cuecas e calcinhas coloridas e com personagens para incentivá-la.

Fonte:bebe.abril.com.br

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Cuidados necessário com o bebê no verão (2-2)

Cuidados necessário com o bebê no verão (2-2)



6. Preciso agasalhá-lo mesmo nos dias quentes?
Não. Essa é uma crença muito comum e equivocada. A criança sente frio e calor da mesma forma que nós. Dessa maneira, nos dias quentes, é recomendável que o bebê use roupas frescas e confortáveis. Também não há problema algum em deixá-lo apenas de fralda durante o dia. Isso evita, inclusive, o aparecimento de bolinhas vermelhas. A criança só deve ser agasalhada no verão se os pés e as mãos estiverem frios.

7. No verão, tudo bem se eu der mais de um banho no bebê?
Sim. Você pode fazer isso quantas vezes quiser, embora não haja a necessidade. Mesmo durante o verão, um banho diário é suficiente. Porém, se o bebê estiver suado ou muito molhado e os pais quiserem refrescá-lo, não há problema algum.
O que vale ressaltar é que, assim como não é recomendável dar banho muito quente no inverno, também não se deve colocar a criança na água gelada no verão. Ela tem de estar sempre morna. Para verificar se a temperatura está ideal, uma dica é encostar o dorso da mão na água. Se estiver confortável, sinal verde para banhar o pequeno.

8. Posso dar água de coco?
Crianças acima de 1 ano podem beber água de coco com os cuidados higiênicos habituais. Por ser uma bebida calórica, rica em sais minerais, os médicos sugerem moderação.

9. E picolé, pode?
Só ofereça picolé para o seu filho se for de um fabricante conhecido. Esse cuidado garante um produto seguro, com processo de manuseio higiênico. No entanto, evite oferecer sorvetes para crianças menores de 1 ano. Isso porque eles são ricos em gordura, açúcares e alguns corantes. O ideal é optar pelos de fruta e no máximo um por dia.

10. Posso dar comida vendida na praia para ele?
O principio de higiene deve prevalecer sempre. O milho cozido, por exemplo, pode ser oferecido desde que se restrinja o sal e não se coloque a manteiga. Agora, camarão, jamais. Frutos do mar apresentam dois problemas: causam com frequência alergias e problemas de intoxicação. Aliás, o consumo de frutos do mar não é indicado para menores de 3 anos. O ideal, quando for à praia, é levar frutas frescas para os bebês maiores de 6 meses e oferecer água mineral regularmente (após e entre as refeições).



fonte: Lucilia Santana Faria, pediatra e coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês, e Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, coordenador clínico e professor do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente do departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Cuidados necessário com o bebê no verão (1-2)

Cuidados necessário  com o bebê no verão (1-2)







1. Posso dar banho de mar?
Até os 3 meses de idade, a imunidade dos pequenos é menor, portanto, até que a criança ultrapasse esse limite, os médicos não recomendam que ela seja exposta à água salgada por uma questão de prevenção. Além disso, nesta idade, o bebê não gosta de água fria e o contato com o mar é desconfortável para ele.
A idade ideal para isso é a partir dos 6 meses, desde que os pais se certifiquem da qualidade da água e da limpeza da praia. Quando a criança começa a andar, ela também desenvolve o gosto pela brincadeira com o vai e vem das ondas. É nessa época que o bebê tolera melhor a água fria e começa a criar uma relação com o mar.

2. Posso colocar o bebê sentado diretamente na areia?
A areia não é muito agradável para o bebê, que se incomoda com os grãos, que se grudam facilmente em sua pele. A criança gosta do que é confortável para ela e, quando muito pequena, a areia definitivamente não é. Além disso, se muito novo, existe o risco de ele pegar alguma infecção. Portanto, é preferível que os pais o protejam com uma toalha, esteira ou canga.
Quando já senta sozinho e explora, à sua maneira, o ambiente, o bebê pode ter um contato maior com a areia.

3. Qual o melhor horário para ir à praia?
A melhor hora é sempre até as 10 horas e após as 16 horas. Nas cidades em que vigora o horário de verão, a atenção deve ser redobrada e o limite passa a ser até 9 horas e após as 17 horas.

4. Posso passar protetor solar?
O sol da manhã e do final da tarde não necessita do uso de filtro solar. É preciso apenas que o bebê seja protegido com um chapéu e uma sombrinha. As crianças até 1 ano de idade não devem tomar sol fora desses horários, no entanto, em casos muito excepcionais, em que não há como evitar a exposição, os pais podem passar protetor solar de fator 20 a 30 no bebê com mais de 6 meses. Já a criança de 1 ano de idade em diante deve fazer uso do protetor solar sempre que se expuser ao sol.

5. O bebê pode ter alergia de sol?
É muito raro o bebê desenvolver esse tipo de alergia. O que costuma acontecer – e os pais associam ao sol – é o aparecimento de bolinhas vermelhas pelo corpo da criança. Isso ocorre devido ao suor.
Para resolver o problema, a mãe pode adicionar uma colher de maisena em 1 litro de água fervida. Quando a mistura estiver morna, use-a para enxaguar o bebê. Isso refresca e faz desaparecer as bolinhas.


fonte: Lucilia Santana Faria, pediatra e coordenadora da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês, e Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, coordenador clínico e professor do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente do departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

As emoções da Gravidez

As emoções da Gravidez 




Logo no início da gestação, a futura mamãe já tem uma certeza: conviver com a complicada gangorra de emoções que caracterizam a gestação.
Num dia acorda bem, feliz, e acha o máximo aquela "barriguinha". No outro, não quer nem olhar para o espelho e enfrenta um insuportável mau humor.
Pois é... a gravidez não é tão rósea como te contaram. Existem todas as mudanças físicas, associadas aos hormônios, bem como a insegurança e a ansiedade, sentimentos que sempre acompanham as situações novas.
Gestar é lidar com algo completamente novo, desconhecido, a mulher fica naturalmente mais sensível, apreensiva e até chorosa.
Uma gestação dura 4 trimestres. Isso mesmo, 1 ano inteirinho! São 9 meses com o bebê dentro da barriga e 3 com ele no colo.
Primeiro trimestre: Período de descobertas e de muita instabilidade. O corpo ainda não se modificou muito, mas dúvidas não faltam à gestante: se é a hora certa para ter um bebê, se será boa mãe, se o bebê será perfeito, se o marido continuará gostanto dela mesmo barriguda, etc.
Como resultado de tanta ansiedade, uma queda da libido e um estado de irritação constante.
Daí podem surgir também os enjôos, desmaios e crises de choro, que funcionam como símbolos inconscientes, mas muito concretos dessa gestação.
Segundo trimestre: Aí vem um período de paz. Agora seu corpo já assumiu os contornos da gravidez, seu bebê já aparece na tela do ultra-som e o futuro pai já se sente mais encorajado a se aproximar da barriga. Provavelmente, você terá muitos momentos de alegria com esse bebê mexendo, e sua disposição estará em alta.
Terceiro trimestre: De novo as preocupações com o bebê voltam à tona, acompanhada da ansiedade e temores em relação ao parto.
Quarto Trimestre: Agora seu filho já está no colo e esse é o melhor lugar para ele nesses primeiros 3 meses, mesmo porque ele não sabe que nasceu (portanto não vai ficar mal-acostumado). Mas ele sente saudades da barriga e só o contato com você pode ajudá-lo a sentir-se confortável.
Aproveite mais um pouquinho essa gestação que continua, só que externamente.
Dicas para todos os meses:
  • Nos momentos mais difíceis, respire fundo, beba um copo de água e lembre-se que é uma fase transitória, quer dizer, que logo passa.
  • Não guarde as dúvidas e medos só para si, divida com seu médico, amigas e seu companheiro.
  • Procure um bom curso para gestantes e uma atividade física como hidroginástica, yoga ou relaxamento.
  • Reserve alguns minutos diários para cuidar de si mesmo e do seu corpo grávido.
Clarice Skalkowicz Jreissati

fonte: http://migre.me/7KS0t


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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tudo sobre bebês prematuros (3-3)

13. Por que os prematuros são tão vulneráveis?
Essas crianças têm seu sistema imunológico imaturo, ainda não produzem anticorpos, e não se defendem das infecções de uma maneira tão vigorosa quanto uma criança que nasceu no tempo certo. A imunidade passiva - aquela que é transferida da mãe para filho - é muito menor porque a maior parte dos anticorpos que a gestante transfere para o bebê ocorre no fim da gravidez e os prematuros não passam por essa fase. Outra coisa que atrapalha a vida deles é a comum falta de aleitamento materno. Como essas crianças ficam três ou quatro meses internadas na UTI e a sucção não é adequada, as mães não conseguem ter leite para amamentar e, consequentemente, protegê-la das doenças infecciosas. Isso deixa as portas abertas para o contágio de doenças, principalmente as do sistema respiratório.

14. Existem cuidados específicos que os pais precisam ter enquanto o bebê está hospitalizado?
Os pais precisam ficar próximos do bebê, lavar as mãos antes de entrar no berçário, evitar muitas visitas quando estiverem doentes.

15. Mães de bebês prematuros precisam de apoio psicológico?
Alguns bebês nascem pouco prematuros - perto da 40ª semana - e logo vão para casa. No entanto, as mães de bebês considerados prematuros extremos precisam da ajuda de psicólogos, afinal alguns acabam ficando até seis meses internados. "Quando a mulher dá à luz um bebê prematuro, instantaneamente ela pensa que é responsável por isso. Ela imagina que o bebê nasceu antes do tempo porque ela trabalhou demais ou por qualquer outra coisa que tenha feito de errado. Esse sentimento faz com que ela fique paralisada em relação aos cuidados da criança. Ela assume que qualquer pessoa pode cuidar do bebê melhor do que ela", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do hospital São Luiz, em São Paulo.

16. É comum ouvir que a mãe precisa estar bem para o bebê ficar bem. Como as mães lidam com isso?
"Nosso trabalho é justamente desmistificar isso. Nem todas as mães ficam fragilizadas, mas as que ficam precisam aceitar que não estão bem. Muitas acreditam que não podem nem chorar porque isso pode prejudicar a criança. Elas têm motivos para estar mais sensíveis e nosso trabalho é fazer com que fiquem bem", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz, de São Paulo.

17. Qual a importância da presença dos pais enquanto o bebê prematuro está internado no hospital?
A presença não só da mãe mas também do pai é fundamental para a recuperação dos bebês prematuros. São crianças que estão a toda hora sendo picadas por agulhas ou cercada de aparelhos que pressionam ou apertam. Sentir o toque da mãe, o afago, é essencial para o bem-estar emocional dele. "O bebê precisa dessa experiência, desse toque, para entender o que é carinho", diz Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz.

18. E o método mãe canguru, é eficiente?
O método canguru é usado para deixar o bebê prematuro em contato com a pele dos pais, sentindo o calor, a respiração, o cheiro. Nele, o recém-nascido é colocado próximo ao peito com a ajuda de um tecido que envolve o corpo da mãe ou do pai. "Procuramos deixar o bebê no canguru por duas horas diárias. É muito importante para que ele reconheça os pais para que se aproximem. Além disso, serve para a mãe se preparar para a amamentação. Esse processo precisa ser monitorado porque o bebê gasta muita energia quando sai da incubadora", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do hospital São Luiz.

19. É verdade que os prematuros têm um calendário diferenciado de vacinação?
Sim. Eles têm direito, pela rede pública, a vacinas que os imunizam contra as principais doenças respiratórias. Além das vacinas, para fortalecer seu sistema imunológico, é importante que eles sejam amamentados no peito e não tenham contato com a fumaça de cigarro. Também não é recomendado que esses bebês frequentem creches e berçários ou convivam precocemente com outras crianças. A probabilidade de eles adoecerem é maior quando comparada aos pequenos que nasceram no tempo certo.


 fonte: http://migre.me/72rs2 

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tudo sobre bebês prematuros (2-3)

7. Durante quanto tempo esse bebê precisa ficar no hospital antes de ir para casa?
Depende. Os prematuros extremos chegam a ficar três a quatro meses internados. Normalmente, eles vão para casa quando atingem 2 kg, em média.

8. Quando o bebê vai para casa, ele precisa de cuidados especiais? Ele chora ou dorme mais do que os outros bebês?
Não. "Os cuidados são os mesmos, uma vez que essas crianças recebem alta quando atingem o peso mínimo de 2 kg. Em relação ao comportamento, é individual. Alguns choram mais e outros menos, mas não há relação com o fato de o bebê ter nascido prematuramente", explica Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de São Paulo.

9. O desenvolvimento neurológico é normal?
"É necessário fazer uma correção quando vamos avaliar o prematuro nesse quesito porque eles podem ter um pequeno atraso. Por exemplo, se você tem um bebê de 8 meses que nasceu três meses antes do esperado, ele se comporta mais ou menos como um bebê de 5 meses", explica Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana.

10. A criança pode ter alguma sequela por ter nascido antes do tempo?
Sim, pois algumas doenças deixam cicatrizes e sequelas. Por exemplo, bebês que tiveram alguma infecção no intestino e foram submetidos a uma cirurgia vão para casa com problemas intestinais. O mesmo acontece com os que têm alguma dificuldade respiratória e saem do berçário com uma doença pulmonar crônica.

11. Depois de sair do hospital, os prematuros têm uma vida normal?
Depende. Alguns bebês precisam dar continuidade a um tratamento iniciado durante a internação na UTI neonatal.

12. Ele será uma criança menor?
Não necessariamente. Ele tende a recuperar as medidas em relação ao peso e à altura nos primeiros dois anos de vida.

 fonte: http://migre.me/72rs2 

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Tudo sobre bebês prematuros (1-3)

Criança que nasce antes da hora pode apresentar baixo peso e maior risco de adquirir doenças. Entenda os cuidados que esses pequenos exigem
1. Quando um bebê é considerado prematuro?
"As crianças que nascem antes de completar 37 semanas são consideradas prematuras", explica Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo. "Há os pouco prematuros - 36 semanas de gestação, em média - e os extremos prematuros - aqueles com 22 semanas. Todas as complicações e taxas de sobrevida estão relacionadas a quão prematura é essa criança", explica Kfouri. Vale lembrar que uma gestação normal e completa dura nove meses, ou 40 semanas.
 2. O que faz um bebê nascer prematuramente?
Existem muitos motivos que fazem um bebê nascer antes do tempo. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, explica que o parto pode ser antecipado quando a criança tem problemas de má-formação ou de infecções, adquiridas da mãe. Doenças na gestante, como hipertensão, diabete ou infecções, também podem levar a um parto prematuro. Entram nessa lista ainda pequenos que estão com dificuldade de nutrição por causa de uma placenta malformada. "Além disso, nas gestações múltiplas, a tendência de não completar os noves meses também é grande", diz Kfouri.
 3. O número de partos prematuros é maior hoje?
Sim. Há o crescente aumento de partos prematuros por uma série de motivos. A gravidez na adolescência é um deles. O corpo de uma adolescente ainda não está bem formado e, às vezes, não consegue levar a gestação até o fim. A gravidez de gêmeos, por causa das fertilizações in vitro, é outra razão. E mães tendo filhos mais tarde. É cada vez mais comum mulheres que adiam a maternidade para se dedicar, primeiro, à carreira. Atualmente, cerca de 6% das gestações no Brasil terminam antes do tempo.
 4. O número de consultas no pré-natal também aumentou nos últimos anos?
Sim. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, conta que as gestantes brasileiras fazem, em média, seis consultas pré-natais. Esse número é um progresso, já que há alguns anos a média era três ou quatros consultas. No entanto, a ida mais frequente da grávida ao obstetra fez com que a quantidade de partos prematuros também aumentasse. Isso porque o diagnóstico de problemas, que podem colocar em risco a vida da mãe ou do bebê, também aumentou.
 5. Hoje, a chance de um bebê prematuro sobreviver é maior?
Sim. Nas últimas duas décadas, graças à tecnologia e aos novos medicamentos, muito mais prematuros estão terminando seu desenvolvimento fora do útero com sucesso.
 6. Quais são os problemas mais comuns depois que o bebê nasce?
Ainda no berçário, os problemas mais comuns são os relacionados com a imaturidade: do intestino, dos rins, do coração, do sistema de defesas do corpo (imunológico) e dos pulmões. A criança não consegue, por exemplo, respirar sozinha ou mesmo sugar o leite. Tudo é feito com a ajuda de aparelhos. O bebê só vai para casa depois que estiver igual ou próximo de um recém-nascido não prematuro.
 fonte: http://migre.me/72rs2 


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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O que seu Bebê pode fazer de acordo com a idade? (3-3)


Seis meses

Como começa a fase oral, quando a criança explora tudo com a boca. Ele também já passa os brinquedos de uma mãozinha para outra,algo novo e divertido.

Habilidades: Além de sorrisos e gritinhos, a criança vai começar a testar os pais jogando os brinquedos no chão e fazendo barulho para chamar a atenção. Ele já dorme sozinho e começa a falar as primeiras sílabas. Os dentinhos também começa a nascer.


Curiosidades: com maior controle do corpo, o rebento vai se deslocar pela casa,o que requer medidas extras de segurança 

Nove meses

Totalmente ativo, o bebê já explora o mundo e experimenta tudo. A personalidade fica mais evidente e ele lembra de objetos que não estão a sua frente.

Habilidades: Senta sem apoio,engatinha ou se desloca pela casa, descobrindo novos objetos e brincadeiras. Quer a mãe por perto a todo instante e passa a estranhar as pessoas. A linguagem melhora e ele passa a balbuciar ''mama'' ou ''papa'', além de já reconhecer o próprio nome.


Curiosidades: Nessa fase, é comum os bebês colocarem o dedinho em tomadas,botões e interruptores.

Fonte:  http://migre.me/6hRbc

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O que seu Bebê pode fazer de acordo com a idade? (2-3)

Dois meses

Agora, o bebê já interage mais com o mundo a sua volta, festejando a presença dos pais. Todo dia é uma nova descoberta.

Habilidades: hábitos de sono e alimentaçao já estao estabelecidos. A cor dos olhos começa a se definir e o bebê observa tudo com muito interesse. Ele também vai balbuciar e sorrir mais e sustentar o corpinho melhor.

Curiosidades: começa a fase de exploração do mundo com as mãos. Portanto, cuidado com o que deixa pela casa!

Quatro meses

A idade da brincadeira ! O bebê agora sorri bastante e aprende tudo com rapidez.

Habilidades: espertinho, ele chora ou derruba coisas para chamar atençao. Já sustenta a cabeça e começa a fazer experiências para aprender mais, como bater objetos sobre alguma superfície ou jogar algo no chão. Embora comece a babar bastante, a primeira dentição ainda não está chegando.

Curiosidades: nesse período, o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo do bebê acontece rapidamente.

Fonte:  http://migre.me/6hRbc


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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O que seu Bebê pode fazer de acordo com a idade? (1-3)

Recém-nascido 



Pequeno e indefeso, o bebê já sabe pedir comida e avisar quando tem sono ou quer carinho.

Habilidades: Ele adora ouvir a voz dos pais e isso o tranquiliza, converse enquanto dá de mamar ou troca as fraldas. Bebês nessa fase Também enxergam a penas 30 centímetro dos olhinhos, então, fique com o rosto proximo do dele.

Curiosidades: É um dos momentos mais importantes para o fortalecimento entre pais e filhos.


 Três semanas 

É a fase mais desgastante para os pais, pois eles têm  de se adaptar á rotina do bebê-que ainda está se adaptando ao mundo fora do útero.

Habilidades: O bebê já fica acordado por mais tempo e tenta se comunicar, sorrindo e balbuciando. Ele também já tem mais controle sobre sua cabeça e a parte superior do corpo, embora ainda precice de apoio. As mãos passam a ser um objeto de curiosidade.

Curiosidades: Converse com ele para estimular a fala.

Fonte:  http://migre.me/6hRbc


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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Recém-nascido: 18 cuidados essenciais (Parte II)

10. Posso sair pra passear com ele?
Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.

11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?
O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.

12. As visitas podem carregar o bebê?
Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.

13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?
Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.

14. Será que ele tem refluxo?
O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.

15. E se meu leite for fraco?
Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.

16. O que faço para o bebê conseguir mamar?
Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.

17. Posso mexer no umbigo do meu filho?
Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.

18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?
O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.


Fontes:
Paulo de Jesus Hartmann Nader, presidente nacional do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Mario Cícero Falcão, médico encarregado da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Veja também: Recém-nascido: 18 cuidados essenciais (Parte I)
Mamães - Amamentando mesmo quando a produção de leite diminui

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